São Paulo, sexta-feira, 21 de julho de 2017 - 19:37.

Livro Acessível Universal - Página inicial [1].

A imprensa a favor do LIVRO ACESSÍVEL.

Olá colegas de luta,

Quero informar que o jornalista Luis Leitão, responsável pela matéria que foi publicada na Rússia, no jornal Pravda, sobre a exclusão cultural das pessoas com deficiência, além de assinar nossa carta aberta, está trabalhando incansavelmente em paralelo para que essa situação se transforme. É realmente um exemplo para muita gente não?

Fiquem com a carta abaixo que ele endereçou aos políticos brasileiros.

Cordialmente,

Naziberto Lopes
Coordenador do Movimento pelo Livro e leitura Acessíveis no Brasil.

 

From: Luiz Leitão
To: dep.waldirmaranhao@camara.gov.br
Cc: dep.luizpaulovellozolucas@camara.gov.br
Sent: Thursday, May 24, 2007 3:51 PM
Subject: Inclusão dos deficientes.

Prezados deputados Maranhão e Vellozo Lucas,

Sou colunista e desejo solicitar a atenção de V. Exas. para o problema da falta de acessibilidade dos deficientes visuais aos livros em geral. Vários deles têm me relatado suas dificuldades de acesso à leitura pela falta de livros digitais, porque os livros em braile, apesar de úteis, não estão disponíveis em todos os títulos, uma evidente impossibilidade, dada a vastidão de assuntos e autores existentes.

Além disso, livros digitais permitem maior interação e conforto para os leitores, fora a facilidade de os obter pela internet em qualquer lugar do país, o que as obras em braile não possibilitam, seja pela escassez de títulos, seja pelas dificuldades logísticas de distribuição em nosso vasto território.

Editores alegam que livros em formato digital seriam facilmente "pirateáveis", mas esse é um argumento frágil, porque até programas de computador são vendidos ilegalmente Brasil afora por camelôs .

Em anexo, envio-lhes meu artigo, publicado no jornal russo Pravda e em outros brasileiros, e peço a V.Exas. que examinem com carinho esta questão; não é justo que os deficientes, não só os visuais, sejam culturalmente excluídos.

Sei que a Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência, da qual o deputado Waldir Maranhão é secretário, e o Programa da Câmara dos Deputados de Inclusão Social das Pessoas com Deficiência haverão de se interessar pelo assunto, o que poderia resultar na inclusão do Estatuto do Deficiente de um dispositivo obrigando as editoras a fornecer livros em formato digital através da Internet, obviamente mediante pagamento.

Ressalte-se que o formato digital é muito mais barato e ecologicamente correto, pois dispensa o uso de meio físico, o papel.

Atenciosamente,

Luiz Leitão, São Paulo.

 

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